Manifesto Avero Lab - Medir é o princípio.

Mudar é o objetivo.


Por que estamos a construir uma plataforma de contabilidade de carbono que não termina no relatório.

O clima já não é um tema de futuro.

É um tema de balanço, de auditoria, de cadeia de fornecimento e de risco financeiro. Em 2025, mais de 50.000 empresas europeias começam a reportar emissões ao abrigo da CSRD. Em 2027, as ondas seguintes alargam-se a mais dezenas de milhares. A regulação chegou – e veio para ficar.

Mas há uma verdade desconfortável que poucos fornecedores de software dizem em voz alta: medir bem o carbono não reduz emissões. Reduz quando os dados saem do gabinete da sustentabilidade e chegam a quem decide – quem aprova fornecedores, quem desenha produtos, quem reserva viagens, quem compra energia.

O que vemos no mercado, hoje.

Empresas com folhas de cálculo de centenas de separadores. Consultores a recalcular emissões todos os anos do zero. Relatórios CSRD escritos a três dias do prazo. Dados sem rastreabilidade, fatores de emissão desatualizados, e pior – equipas operacionais que nunca veem os números.

O resultado é previsível: relatórios bonitos, emissões iguais.

Acreditamos que isto vai mudar não porque a regulação aperta, mas porque o software passa a ser bom o suficiente para tornar a redução real mais barata do que o teatro do reporte.

A nossa tese, em três frases.

Primeiro: a contabilidade de carbono tem de se tornar tão fiável e auditável como a contabilidade financeira. Sem isto, nada do resto importa.

Segundo: os dados de carbono têm de sair do departamento de sustentabilidade e tornar-se utilizáveis por todos – operações, compras, finanças, comercial. Sem isto, a redução é uma promessa.

Terceiro: mudar comportamento dentro de uma organização é um problema de design de produto, não de comunicação interna. Sem isto, as melhores intenções dissolvem-se em três meses.

O que estamos a construir.

A Avero Lab é uma plataforma única que combina:

    Contabilidade de carbono auditável segundo GHG Protocol, ISO 14064, e os requisitos quantitativos da CSRD e IFRS S2.

    Relatórios regulatórios automatizados a partir dos mesmos dados-fonte.

    Camada de comportamento – painéis por equipa, metas distribuídas, nudges contextuais — que liga cada decisão operacional ao seu impacto em carbono.

O que vemos no mercado, hoje.

Empresas com folhas de cálculo de centenas de separadores. Consultores a recalcular emissões todos os anos do zero. Relatórios CSRD escritos a três dias do prazo. Dados sem rastreabilidade, fatores de emissão desatualizados, e pior – equipas operacionais que nunca veem os números.

O resultado é previsível: relatórios bonitos, emissões iguais.

Acreditamos que isto vai mudar não porque a regulação aperta, mas porque o software passa a ser bom o suficiente para tornar a redução real mais barata do que o teatro do reporte.